A Empresa

Histórico

Fundada em 1969, a Mineração Taboca foi pioneira na mineração e metalurgia do estanho no Brasil. Nos anos 80, com a descoberta da mina de Pitinga (AM), localizada há 300 km de Manaus, consolidou-se como uma das mais importantes empresas do país no setor mineral.

Em plena Região Amazônica, a empresa implantou um complexo urbano-industrial, de habitação, educação, saúde, energia e telecomunicações, fazendo de Pitinga um dos mais importantes projetos industriais do país.



Em Pitinga, é feita a lavra e o beneficiamento dos minérios de cassiterita e columbita e, após anos de pesquisas e investimentos, em 2006 a empresa iniciou o processo de substituição do aluvião pela extração da rocha primária, projeto denominado Rocha-Sã. A cassiterita e columbita, são concentradas em vários equipamentos principalmente jigues, espirais, mesas, separadores eletrostáticos e magnéticos.

A Mineração Taboca realiza a fundição do concentrado de cassiterita em sua filial, no interior do Estado de São Paulo, para onde é enviada toda a produção de concentrado de cassiterita obtida no Complexo de Pitinga. A retirada do Estanho é feita através de fornos elétricos de redução.



O concentrado de columbita é processado em Pitinga (AM) mesmo, aonde é insumo na produção da liga metálica de FeNbTa.

A Mineração Taboca trabalha em sintonia com o Meio Ambiente, cuidando de recuperar as áreas degradadas. Em Pitinga, desde 1998, já foram recuperados 2.900 ha com o plantio de cerca de 740 mil mudas de espécies florestais nativas e plantas ornamentais.





  • Em 1961, a Paranapanema, empresa de origem familiar na época, inicia sua história como empresa de construção civil pesada.
  • Em 1969, a Paranapanema descobre ocorrências de cassiterita – minério de estanho – na Região Amazônica e obtêm os direitos minerários em diversas áreas na província estanífera de Rondônia, fundando a Mineração Taboca S.A.
  • Em 1973 a Paranapanema incorpora a empresa Mamoré Mineração e Metalurgia, verticalizando a produção, passando a produzir estanho refinado.
  • Em 1974 a Paranapanema, após anos de investimentos, consolida tecnologia de concentração de cassiterita, proveniente de depósitos aluvionários.
  • Em 1979, a Mineração Taboca, através de pesquisas geológicas, descobre os primeiros indícios promissores de existência de cassiterita, em afluentes do Rio Pitinga, no estado do Amazonas.
  • Em 1982, a Mineração Taboca inicia implantação e lavra na mina a 300 km de Manaus (AM), que passa a denominar-se Pitinga, gerando recursos que a transforma em um projeto auto-sustentado.
  • Em 1987, investimentos em pesquisa e desenvolvimento permitem a Mineração Taboca, avançar em tecnologias para processamento de minérios ricos em Nióbio e Tântalo, também presentes na mina de Pitinga.
  • Em 1996, um pool de fundos de pensão, adquire o controle acionário da Mineração Taboca, da Mamoré Mineração e Metalugia, adotando o nome Paranapanema para denominar o novo conglomerado de empresas voltadas para produção de metais não ferrosos.
  • Em 2002, Mineração Taboca obtêm Certificação ISO 9001:2000.
  • Em 2005, a Mineração Taboca SA arrenda as instalações da Mamoré Mineração e Metalurgia, no interior de São Paulo, consolidando as atividades de mineração e metalurgia de estanho sob uma única empresa.
  • Em 2006, Após anos de pesquisas e investimentos, a Mineração Taboca inicia o processo de substituição do aluvião pela extração da rocha primária, projeto denominado Rocha-Sã.
  • Em 2008, o tradicional grupo minerador peruano Minsur , adquire o controle acionário da Mineração Taboca e da Mamoré Mineração e Metalurgia.



Investimentos realizados para aumentar produção da mina, via extração de minérios diretamente da rocha bruta em substituição a lavra de aluvião mecanizada.

O aproveitamento da rocha primária além de fornecer novos minerais, otimiza e pereniza a extração de cassiterita.

O objetivo deste projeto, reconhecido internacionalmente e inovador, é atingir até 2008 a produção de 10.500 toneladas de estanho refinado por ano, podendo, numa fase seguinte de expansão, atingir até 14.000 tons por ano.